Boas Praticas

Desenvolvimento da tecnologia do gesso acartonado acarretou mudanças nos procedimentos. Setor aposta na normatização para manter crescimento

Com perfis metálicos e as chapas de gesso já normatizados, o mercado nacional ainda busca a definição de requisitos e parâmetros de desempenho para os demais componentes como as massas, fitas e elementos de fixação

Foi a necessidade de construir rapidamente que impulsionou a indústria do gesso acartonado. A expansão do mercado americano, no final do século XIX, levou ao desenvolvimento de um sistema de construção rápida, eficiente e economicamente viável, o drywall, conforme conta Benedito Carlos de Oliveira em "Sistematização da execução de paredes de gesso acartonado". Hoje, o mercado brasileiro já percebe a importância de normatizar o sistema, a começar pelos produtos que o compõem. Desde o ano passado o setor conta com uma norma nacional para regulamentar os perfis metálicos utilizados na construção das paredes de gesso acartonado. Além dessa, já existiam a norma que regulamenta o uso de chapas e as Referências Técnicas do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo). É o primeiro passo de um processo que prevê, além da garantia da qualidade dos produtos, a elaboração de procedimentos que aumentem a garantia em relação ao desempenho desejado.

Para tanto, as próximas etapas consistem dos produtos necessários para a construção, contemplando, para cada um dos elementos, os requisitos mínimos e os ensaios para aferição do desempenho. "Vamos iniciar um processo de normatização para massas, parafusos e fitas", explica Cláudio Mitidieri, pesquisador do Cetac-IPT (Centro Tecnológico do Ambiente Construído do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo).

Além dos trâmites burocráticos para a confecção de normas junto à ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o cronograma prevê a abordagem de aproximadamente uma norma por ano. "A expectativa é estar com toda a normatização resolvida até 2011", conta Carlos de Luca, consultor da Drywall (Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall) em referência ao longo prazo até a conclusão. Para o período de 2006 está prevista a elaboração da metodologia de ensaios para perfis metálicos.

Em paralelo, o PSQ (Programa Setorial de Qualidade) do gesso acartonado está criando especificações que servirão de base para a elaboração das demais normas. Assim, os requisitos mínimos já terão sido desenvolvidos e testados na prática antes de se tornarem parte da norma brasileira.

A situação atual é resultado da evolução no uso de paredes de gesso acartonado que ocorreu, sobretudo, nos últimos oito anos, conforme levanta Oliveira em seu trabalho. Para ele o período foi de grande aprendizagem para o meio técnico e para os usuários finais, tendo levado a um amplo entendimento do processo tanto por parte dos fabricantes quanto dos institutos de pesquisa e ensino.

Dessa forma, além da padronização e normatização do sistema como um todo, faz-se necessário integrar os consumidores da tecnologia. "Os bons resultados, de aceitação por parte do consumidor final, são alcançados desde que haja transparência no processo", salienta Oliveira. Nessa transparência inclui-se o relacionamento desde a venda do imóvel até o acompanhamento pós-ocupação, com manuais explicativos, de reparo e fixação de peças às paredes.

Encontro da chapa em área molhável, com rodapé metálico

Chapas de gesso

O mercado nacional de chapas de gesso acartonado está abastecido com, basicamente, três tipos de produtos, normatizados desde 2001: as chapas tipo Standard (ST), as tipo Resistentes à Umidade (RU) e as Resistentes ao Fogo (RF). Em geral, embora não seja previsto em norma, os tipos de chapa são identificados pela cor do cartão. As chapas tipo ST apresentam cor branca ou bege e são adequadas para emprego em áreas internas não molháveis e em forros. As tipo RU, para utilização em locais sujeitos à ação da umidade por tempo limitado e de forma intermitente, são comercializadas na cor verde. Daí a difusão do nome "chapa verde". As chapas RF, para uso em paredes e forros secos e com necessidade de resistência ao fogo, são de cor rosa.

Está definido na NBR 14715 (Chapas de gesso acartonado - Requisitos) que as chapas devem trazer inscrições informando a marca e o fabricante, o lote de produção, o tipo de chapa e de borda, a referência à norma vigente e as dimensões da chapa em sistema métrico internacional. As dimensões nominais usuais no Brasil são 1,20 m de largura por comprimentos variáveis entre 1,80 e 3 m . A verificação das características geométricas das chapas deve ser feita com base na NBR 14716.

Se no Brasil a variedade é restringida a três tipos de produtos, em locais onde o sistema drywall está mais consolidado a diversidade varia de acordo com o uso e o local de aplicação. Na Europa, por exemplo, existem chapas revestidas com poliestireno expandido ou extrudado para fins de isolamento térmico. Locais sujeitos a vapores exigem chapas com filme de poliéster e, portanto, resistência superficial à umidade. Para resistência a impactos são especificadas chapas produzidas com cartões especiais de maior espessura e resistência à tração.

Encontro de parede simples com piso acabado e banda acústica

Perfis

Com a publicação, em abril de 2005, da NBR 15217 (Perfis de aço para sistemas de gesso acartonado - Requisitos), os fabricantes de perfis metálicos foram obrigados a padronizar a produção, dando início ao longo processo de normatização do sistema de drywall.

Desde então, a espessura mínima para perfis metálicos é de 0,50 mm , não sendo aceitável a outrora usual espessura de 0,43 mm . "Essa dimensão não deve ser usada porque o desenvolvimento e as análises de desempenho consideram a espessura mínima de 0,50 mm ", alerta Mitidieri.

Outra determinação da norma diz respeito ao processo de galvanização dos perfis. Ficou estabelecido como mínima aceitável a galvanização Z275. Além disso, os fabricantes ficam obrigados a gravar em cada perfil a espessura da chapa, denominação e dimensões (espessura e comprimento) do mesmo, o nome do fabricante e a marca, o lote de produção, a classe de galvanização e a referência à Norma. Até então era necessário identificar com tais informações apenas o lote de perfis. As determinações valem para todos os tipos de perfis, sejam guias, montantes, canaletas ou cantoneiras.

Encontro de duas paredes simples a 90°

Fixação

Parte do processo de normatização do sistema de paredes de gesso acartonado, os elementos de fixação - mais precisamente, os parafusos - estão disponíveis em três modelos, todos auto-atarraxantes: com cabeça trombeta e ponta agulha, com cabeça trombeta e ponta broca e cabeça lentilha ou panela e ponta agulha ou broca.

O processo de normatização desses materiais irá buscar, principalmente, a padronização dimensional, a resistência à corrosão, à torção e a capacidade de perfuração. Feitos com aço, seguem atualmente e assim como as massas e fitas, as especificações das normas americanas e européias.

Quanto ao uso, os parafusos são utilizados, conforme descrito em "Sistematização da execução de paredes de gesso acartonado", de Oliveira:

Cabeça tipo trombeta e ponta agulha ( 25 a 70 mm de comprimento) - fixação das chapas a perfis de até 0,70 mm de espessura

Cabeça tipo trombeta e ponta broca ( 25 a 70 mm de comprimento) - fixação das chapas a perfis com espessuras entre 0,70 e 2,00 mm

Cabeça lentilha ou panela e ponta agulha ou broca ( 13 mm de comprimento) - fixação de perfis metálicos entre si, encabeçamentos de portas ou vãos e montantes duplos

Outra maneira de fixar os perfis metálicos entre si é por meio da clipagem dos mesmos. Ou seja, utilizar uma ferramenta específica, denominada clipador ou puncionador, para rasgar e dobrar dois perfis metálicos sobrepostos. Oliveira explica que esse tipo de fixação "tem sido adotado para a fixação de montantes em guias metálicas".

A assimilação de um sistema construtivo como o drywall só acontece quando o sistema de produção respectivo engloba o desenvolvimento e elaboração de projetos, a capacitação de mão-de-obra e a organização da produção

Fitas e massas

Constituídas por resinas elásticas, secantes, antifungos, espessantes, gesso e calcita, as massas para rejuntamento se dividem em três categorias: pronta para uso, pó de pega rápida e pó de pega lenta. A função desses produtos, que também passarão por procedimentos de normatização até 2011, é unir as chapas, dando continuidade à parede e garantindo o desempenho e a harmonia estética.

As massas de pega rápida são indicadas para aumento da produtividade, uma vez que o tempo de secagem é de, no máximo, quatro horas. As de pega lenta - de 12 a 48 horas - apresentam como vantagem o fato de secarem mais lentamente e, portanto, poderem ser aplicadas por mais tempo após a mistura. Já as massas prontas não exigem adição de água e são fornecidas pré-misturadas e com viscosidade adequada.

As fitas são fornecidas com as seguintes configurações: de papel microperfurada para tratamento de juntas entre chapas, e de papel microperfurada com reforço metálico para aplicação em cantos. As primeiras destinam-se à união, sem o aparecimento de destacamentos, entre chapas e das chapas com outros tipos de parede ou estruturas de concreto. As estruturadas flexíveis resistem melhor a impactos mecânicos e são aplicadas em arestas de paredes e em acabamentos de paredes e forros decorativos.

Mitidieri explica que, para efeito de normatização, a análise será feita em separado para massas e fitas e com foco no conjunto massa+fita para avaliação de desempenho da aderência e da fissuração na borda da fita. De acordo com a norma ASTM C 475, utilizada atualmente no Brasil, a aderência deve ser maior que 90%. Em separado, a norma vai determinar, para as massas, as tolerâncias máximas para retração e fissuração e, para as fitas, a resistência à tração, a estabilidade dimensional, o número de furos e as dimensões.

Atualmente os ensaios de fissuração baseiam-se na norma americana ASTM C 474 que exige não sejam apresentadas fissuras nem na parte reduzida nem na maior espessura do rebaixo da junta. A retração por secagem, de acordo com a mesma norma, não pode ser maior do que 35% do volume. Além disso, a tendência à putrefação é avaliada por exposição durante quatro dias em câmara úmida com temperatura entre 29°C e 35°C e umidade relativa do ar entre 85% e 95%.

Eficiência construtiva

O objetivo final de todo o processo de normatização é a criação de parâmetros e referências de desempenho do sistema, seguida da criação de uma norma de procedimentos de execução. "A norma de procedimentos de montagem só sai quando as de produto estiverem fechadas", pontua De Luca. Mitidieri, do IPT, salienta a importância dessa ordem para os acontecimentos. "Não tem sentido discutir uma norma de execução se os produtos não estiverem normatizados", ressalta.

Sendo assim, tão logo as normas sejam concluídas e entrem em vigor, a Associação Drywall irá iniciar ações para combater o uso e a venda de produtos que não estejam em conformidade com a norma. Por enquanto, os especialistas consultados recomendam a observância dos procedimentos indicados no "Manual de montagem de sistemas drywall", comercializado pela editora PINI. Segundo afirmam, a publicação, em conjunto com o "Manual de projetos" a ser editado ainda em 2006, traz a base daquela que será a norma brasileira de execução de drywall. "Para executar corretamente basta seguir o que pregam esses dois manuais", explica De Luca.

Os principais aspectos de desempenho das paredes de gesso acartonado são o isolamento acústico, segurança contra o fogo e comportamento sob a ação de esforços mecânicos. Esse último quesito abrange tanto a resistência a impactos quanto a capacidade de fixação de cargas suspensas.

O sistema desenvolvido para o drywall exige o corte da placa com serra copo, nas dimensões exatas da caixinha de elétrica. Na seqüência, o encaixe da mesma no orifício

A preocupação com o desempenho do sistema extrapola a qualidade dos produtos ou mesmo do sistema em geral. Como em praticamente todos os serviços da construção civil, a qualificação da mão-de-obra representa um gargalo para todo o avanço tecnológico obtido com pesquisa.

Dessa maneira, o processo de normatização encabeçado pela Associação Drywall prevê o lançamento de programas de treinamento com acompanhamento da evolução técnica do montador ao longo do tempo. Trata-se de uma avaliação contínua, em que não apenas as empresas são certificadas como aptas para a execução dos serviços, mas também os profissionais montadores.

A questão já é considerada pelo PSQ (Programa Setorial da Qualidade) do Gesso Acartonado, que avalia procedimentos adequados de montagem. "Hoje a garantia pela mão-de-obra é dada pelas empresas, mas se tornará uma garantia consolidada e unificada", explica De Luca. O consultor da Drywall vai além ao apostar numa eventual vantagem do gesso acartonado sobre a construção convencional. "O que estamos tentando implantar não acontece com muitos materiais convencionais", analisa.

Uso em áreas molháveis

Usar gesso acartonado em áreas sujeitas à umidade é possível, exigindo apenas alguns cuidados adicionais a fim de evitar ao máximo o contato direto da água com as chapas. As variáveis para a especificação do projeto são as características da construção, o custo do sistema, o uso destinado do espaço, a quantidade e a freqüência de molhamento e o número e o tipo de usuários. Em longo prazo, deve-se "levar em conta também a exigência de manutenções periódicas em contraponto com a capacidade do usuário de efetuá-las", explica Maria Zarria Uehbe Dubena, autora de Recomendações para aplicações de paredes de chapas de gesso acartonado em áreas molháveis de edifícios residenciais.

Uma das principais diferenças do gesso acartonado para a alvenaria convencional, em relação ao trato com a umidade, está na velocidade com que os sistemas permitem a penetração da água. Zarria explica que "no caso da alvenaria o processo de penetração é mais lento, dando, portanto, condições de o ambiente secar".

Assim, o projeto para ambientes molháveis deve considerar a proteção contra o contato direto com a água. A capacidade de drenagem e ventilação do ambiente também é determinante para a escolha do tipo de proteção.

Os ambientes são classificados em três níveis frente à ação da umidade, indicando alta, média ou baixa presença de água. A capacidade de eliminar umidade relaciona-se com a ventilação e a iluminação naturais do ambiente, podendo ser nível A quando essa capacidade for baixa ou B quando houver boas condições para a eliminação.

De acordo com a tabela proposta por Zarria, apenas na combinação de um ambiente com alta presença de umidade com um nível B é que não é recomendado o uso de chapas de gesso acartonado. Nos demais casos, mesmo que exigindo cuidados adicionais para proteção das juntas, rodapés e chapas, o sistema de gesso acartonado pode ser adotado.

A impermeabilização de chapas RU é feita com materiais flexíveis, como impermeabilizantes à base de dispersões acrílicas e elastoméricas. É essencial que sejam compatíveis com os materiais de acabamento, destinados especialmente para esse fim. Zarria recomenda reforços ou armaduras em tela de poliéster, fibra de vidro ou similares com, no mínimo, 150 mm para os rodapés e 50 mm nos cantos internos das paredes.

No contato das chapas RU com o piso pode-se ou não lançar mão do uso de rodapés metálicos ou alvenaria. Oliveira destaca que a fixação junto ao piso está se difundindo no mercado nacional, num método que prevê a fixação da guia metálica diretamente na laje. Fixada aos montantes, as chapas devem contar com folga suficiente para a execução de junta com selante flexível e, eventualmente, fundo de junta, no contato com o piso.

O mesmo encontro pode ser impermeabilizado a frio com material elástico moldado in loco. A recomendação recai sobre o asfalto modificado com elastômeros dispersos em meio solvente e estruturado com tela de poliéster. O motivo, aponta Oliveira, é a "pequena espessura final, não interferindo no assentamento do revestimento cerâmico com argamassa flexível".

Aplicação de drywall em áreas molháveis

Aplicar apenas em ambientes internos

Não expor à umidade relativa constante superior a 90% ou temperaturas acima de 52°C

Não aplicar barreiras de vapor ou estanques diretamente por trás da chapa

Em paredes com mais de uma camada, utilizar apenas chapas do tipo RU (Resistente à Umidade)

Se houver tubulação hidráulica embutida ou equipamentos hidráulicos na face molhável, as chapas devem ser do tipo RU. O encontro com o piso de áreas molháveis deve ser calafetado a fim de minimizar a passagem de água no caso de vazamentos

Conexões de metais e tubulações de esgoto devem facear o acabamento final ou se projetarem, no mínimo, 2 mm além da face da parede. Encontros de tubulações com chapas têm de ser calafetados

Não seccionar ou aumentar os furos dos montantes à revelia para passagem de tubulações. Prever, quando necessário, duas linhas de montantes para acomodar as bitolas dos tubos

Selar com impermeabilizante ou selantes flexíveis a borda transversal não protegida pelo cartão

Apoiar e fixar em perfis todas as bordas das chapas e, em aplicações horizontais, prever suportes adicionais entre montantes

Apenas fixar diretamente na chapa acessórios projetados especificamente para esse fim

Fonte: Recomendações para aplicações de paredes de chapas de gesso acartonado em áreas molháveis de edifícios residenciais, de Maria Zarria Uehbe Dubena

Check-list de projeto e execução

A fim de alcançar o desempenho esperado do sistema, algumas etapas devem ser observadas durante o projeto e a execução. No trabalho "Sistematização da Execução de Paredes de Gesso Acartonado", Benedito Carlos de Oliveira Jr. enumera os pontos que não podem ser esquecidos.

Extrair do projeto de arquitetura os parâmetros de desempenho acústico, contra o fogo e esforços mecânicos

Especificar as paredes de gesso acartonado de acordo com as necessidades do projeto

Compatibilizar as paredes internas com o projeto de arquitetura

Compatibilizar os sistemas complementares (elétrico, hidrossanitário, telefonia e outros)

Verificar as deformações esperadas da estrutura de concreto, optando ou não por juntas telescópicas

Verificar a necessidade de juntas de dilatação

Estudar todas as interfaces com outros sistemas construtivos (alvenaria de blocos cerâmicos, elementos da estrutura e portas)

Execução de protótipos ou apartamento-modelo, incluindo a execução das instalações e, com isso, atualizar o projeto original

Utilizar acessórios fabricados especialmente para o sistema

Estudar a interface com o sistema de impermeabilização

Projetar e orientar o consumidor final quanto à fixação de peças suspensas

Estudar os sistemas construtivos de revestimentos das chapas (revestimento cerâmico, pintura, dentre outros)

Orientar o usuário, após a entrega da unidade habitacional, quanto à manutenção preventiva e corretiva do sistema

Fonte: Benedito Carlos de Oliveira Jr., em "Sistematização da Execução de Paredes de Gesso Acartonado"

Pontos críticos

Passagem de dutos pelos montantes

Quando é necessário passar dutos de elétrica ou hidráulica pelo interior das paredes, o ideal é que, ao cruzarem com montantes, o contato entre esses dois elementos não seja direto. Ou seja, a instalação, nesses casos, exige o uso de protetores plásticos. O furo no perfil, quando necessário, deve ser feito com o auxílio de um vazador

Fixação de pontos de elétrica

O sistema convencional, aplicado em paredes de alvenaria, pode ser usado em paredes de drywall. Exige a fixação de uma tira metálica entre dois montantes e o aparafusamento de uma caixinha convencional na mesma. Em seguida, a placa deve ser cortada nas dimensões e formas corretas

Fixação de dutos nos montantes

A fixação dos dutos não deve ser feita na placa, mas sim nos perfis. O uso de acessórios plásticos adequados garante a correta fixação e evita danos às placas de gesso

LEIA MAIS

Juntas em drywall, de Cláudio Mitidieri, Fabiana Rocha Cleto e Josias Marcelino da Silva. Como Construir. Téchne nº 100.

Paredes em chapas de gesso acartonadas, de Cláudio Mitidieri. Como Construir. Téchne nº 30

Sistematização da execução de paredes de gesso acartonado. Dissertação de mestrado de Benedito Carlos de Oliveira Jr. - Mestrado IPT.

Recomendações para aplicação de paredes de chapa de gesso acartonado em áreas molháveis de edifícios residenciais. Dissertação de mestrado de Maria Zarria Uehbe Dubena - Mestrado IPT.

Manual de montagem de sistemas drywall. Editora PINI.

Reportagem de Bruno Loturco

 

 

 

Produzido por: BCP Design