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Antes de
aventurar-se em uma reforma, avalie se ela é realmente necessária
e quais são as alternativas possíveis para evitar o
quebra-quebra. As novidades não param de chegar ao mercado e,
atualmente, é possível alterar o visual da casa dispensando
reformas radicais.
Bons exemplos
dessas "saídas estratégicas" são as tintas ou
revestimentos especiais para paredes, pisos ou azulejos.
Facilmente aplicados, permitem mudanças radicais, sem que você
precise tirar o que já está colocado. Algumas lojas de
material para decoração contam com profissionais capazes de
ajudar na busca de novas alternativas.
Aproveite a
ocasião para implantar soluções que privilegiem a economia
de recursos como luz e água (janelas, clarabóias, cores
claras no interior, substituição de lâmpadas incandescentes
por fluorescentes, caixas de descarga, redutores de vazão etc).
Lembre-se de
que, para dispensar o alvará fornecido pela Prefeitura, a
reforma não poderá aumentar ou diminuir a área construída.
Mesmo assim, se a sua pequena reforma for um pouco mais
profunda, será bom consultar a planta original e contar com a
ajuda de um arquiteto ou engenheiro, para evitar, por exemplo,
que a estrutura ou as instalações hidráulica e elétrica da
casa sejam danificadas ao derrubar uma parede.
Se o problema
for estrutural, como o aparecimento de rachaduras ou desníveis,
consulte um arquiteto ou engenheiro para que seja avaliado o
alcance do dano e o tamanho da obra necessária para saná-lo.
Dependendo da
proporção da reforma, o gasto extra de uma avaliação
profissional será um bom investimento. Esses profissionais são
especialistas em descobrir uma solução mágica para um
determinado espaço ou ambiente que, nós – pobres mortais
– jamais havíamos pensado. Ou, então, reduzir custos,
propondo materiais alternativos e originais. Além disso, a
maior parte deles possui equipe para cuidar da execução da
obra. Vale a pena fazer um orçamento, mesmo que seja apenas
para ter uma referência do valor da reforma.
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